ESCOLA PROFISSIONAL DE BRAGA

Crónicas de ex-Alunos

LUÍS CORREIA, aluno do curso Técnico de Eletrónica, Automação e Comando

Da EPB para o CERN: relato de um percurso
Todos os dias, na televisão portuguesa, nos jornais e até em esplanadas de cafés, ouvimos pessoas a queixarem-se da crise económica portuguesa e o quanto está a afetar a vida dos estudantes e o seu futuro, que cada vez parece mais incerto e sombrio. Devido a isso, cada vez mais alunos estão a abandonar a escola e a tentar procurar emprego mais cedo. Foi o meu caso, quando ainda estava no 10º ano de escolaridade, devido à insatisfação e à falta de motivação para continuar a estudar.
Então, como muitos outros jovens, fui trabalhar, deixando a escola. No entanto, apesar de estar empregado, cedo percebi a importância de fazer um curso, para poder ser alguém na vida. Algum tempo depois desta decisão, deram-me a conhecer as escolas profissionais que, na altura, me pareceram uma boa opção para prosseguir estudos e, ao mesmo tempo, fazer algo que gostava. Foi então que conheci a Escola Profissional de Braga. Visitei-a e inscrevi-me! ...  LER TUDO

RUI XAVIER, ex-aluno do curso de Eletrónica 

E no fim do curso?
Já lá vão sete anos desde que terminei o Curso Técnico de Eletrónica, Automação e Comando na Escola Profissional de Braga. Pouco meses faltavam para acabar o curso e na minha cabeça ainda existia uma dúvida que me embaciava o caminho a seguir no futuro - deveria continuar a estudar ou tentar o ingresso no mercado de trabalho? Com esta dúvida a tapar-me os olhos, comprei os impressos para a inscrição dos exames necessários para continuar com os estudos, preenchi-os e enfiei-os na gaveta da minha secretária. Julguei na altura ser a melhor opção, a verdade é que nunca mais de lá saíram. Já na altura se falava que era muito difícil arranjar emprego, ainda assim, confiei na instrução que me tinha sido dada nos últimos três anos na EPB, no conhecimento que tinha adquirido ao longo do curso e desejei não estar errado. Prometi a mim mesmo que nunca me iria queixar de uma escolha que não foi imposta, por isso, preferi nunca mais pensar como teria sido se tivesse tirado os impressos da gaveta. ...  LER TUDO